Como ganhar eficiência com a produção de palmilhas de poliuretano

Melhorar a eficiência e agregar valor na produção de palmilhas está entre os principais desafios do segmento calçadista brasileiro. O emprego de novas matérias-primas e métodos produtivos, como as palmilhas de poliuretano, permite acelerar a fabricação deste item essencial para o setor a partir de um processo em que produtividade e rentabilidade andam juntos.

Afinal, além de atender o mercado interno, as indústrias do setor precisam estar preparadas para suprir as exigências do mercado externo, como um grande exportador mundial.

Conforme a Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados), em 2017, o Brasil produziu 909 milhões de pares, dos quais 127 milhões geraram 1,09 bilhão de dólares em exportações. Mais de 160 países compraram calçados do Brasil, sendo os EUA o maior importador, seguido por Argentina, Paraguai e Bolívia.

E o que o mercado tem demandado?

Preço, conforto e qualidade são, via de regra, o que o consumidor procura em um calçado, impondo aos fabricantes soluções que atendam estas necessidades. Com a função de proporcionar justamente conforto e proteção na interface entre o pé e o calçado, as palmilhas cumprem papel essencial na conquista de mercado.

palmilhas-em-poliuretano

Como as palmilhas em pu podem melhorar a eficiência do meu negócio?

Composta pela combinação de poliol, isocianato e outros reagentes, as palmilhas de poliuretano permitem um ganho substancial de produtividade a partir de um processo mais rápido e flexível, moldado a cada necessidade.

A solução injetável permite ser ajustada à realidade fabril, considerando sua estrutura, número de funcionários e capacidade produtiva. A partir da variação dos componentes do poliuretano, são alterados o tempo de cura, de reatividade e desmolde, equilibrando plenamente o ritmo produtivo para atingir o resultado almejado.

Na formulação básica do pu, são utilizados de 7 a 9 componentes de poliol e de 2 a 4 de isocianato. Estas concentrações, se alteradas, apresentam diferentes resultados, ou seja, palmilhas com determinadas características para finalidades distintas, de um calçado com menor custo final a uma linha confort, de maior valor agregado.

Com a tecnologia de poliuretano, diversos tipos de palmilhas injetáveis podem ser fabricados: conforto, suporte, convencional, visco e entressola, que entremeia a sola e a palmilha. Outra vantagem para o processo produtivo, já que uma mesma solução passa a atender necessidades produtivas concomitantes.

Tecnologia para inovar e surpreender

Essa variedade de possibilidades também permite atender a demanda de mercado por inovação, com a oferta de novos produtos, caso da palmilha visco respirável. Até pouco tempo, esta tecnologia não era produzida no Brasil e estava disponível somente mediante importação. Agora, torna-se uma alternativa viável para estar à frente do mercado e conquistar novos clientes, tendo como principal argumento de venda o excelente fator conforto.

Além disso, as palmilhas em pu empregam menos matéria-prima, tendo assim a rentabilidade com ponto alto. No caso da flexxShoes – tecnologia exclusiva da Flexível para o mercado de palmilhas e solados –, o ganho é ainda maior, já que a tecnologia possui uma rentabilidade 10% maior que a média de mercado, gerando uma economia expressiva quanto maior o volume produtivo.

Com a utilização do poliuretano na fabricação de palmilhas, é possível entregar mais e melhor em menos tempo, tornando a capacidade produtiva um diferencial competitivo estratégico.

Preencha o campo "Você é"!